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terça-feira, 21 de junho de 2011

O mercado publicitário mineiro

Em trabalho realizado pela disciplina Seminários Avançados, apresentamos todas as agências filiadas ao Sinapro-MG. Dentre as agências de maior participação no mercado foram citadas Filadélfia, Lápis Raro, Diferi, RC Comunicação, ASA, MPM Belo Horizonte, Tom, Comunicação, Casablanca e alguns dos principais trabalhos realizados.

Vaja abaixo algumas das agências que tiveram campanhas premiadas e as respectivas estratégias utilizadas:

Filadélfia:

O AD Revista criado para o Dia Mundial do Meio Ambiente e nomeado de “Machado Pássaro” para o Inhotim, ganhou o Prêmio Abril 2010.

Para referenciar às grandes características do Inhotim, que unem arte conteporânea e meio ambiente, foi utilizada a técnica de um artista holandês que ganhou destaque pela sua utilização das formas geométricas, aonde em uma única imagem se unem pássaros e machados, com o slogan: “Natureza e devastação não deveriam andar juntas”.





Lápis Raro


A agência faturou o Prêmio Aberje 2010, na categoria Campanha de Comunicação de Marketing com o VT “Unimed Solução Empresa”, onde busca-se destacar os planos empresariais para todas as necessidades, até mesmo as empresas que têm poucos funcionários e como isso é viável inclusive financeiramente.





Solution

Recebeu o Grand Pix com a peça Guindaste para a faculdade Pitágoras no concurso Central de Outdoor 2009. Eles utilizaram em elemento da Engenharia Civil, um guindaste, para exibir outdoor que divulgou o novo curso da faculdade.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Entrevista: O publicitário e o mercado de trabalho

Em uma entrevista apresentada na aula de Seminários Avançados, o publicitário Filipe Borges contou-nos um pouco sobre os desafios enfrentados na sua inserção no mercado de trabalho.

Qual o salário médio de Belo Horizonte? Está muito aquém se comparado a outras capitais brasileiras?

Nossa área de atuação é muito diversificada, portanto um profissional graduado em Comunicação Social pode trabalhar em agências de publicidade, no setor de marketing de um empresa, assessoria de comunicação, setores comerciais e outras tantas. Em Belo Horizonte, assim como as outras capitais do Brasil o salário vai depender da experiência de cada profissional. Porém, para um recém formado em Minas, a variação é de 800 e 1.500 reais, caso ele opte por trabalhar em agências de publicidade. Apesar do mercado estar em acensão, Minas ainda não chegou ao patamar dos grandes pólos da publicidade como Rio e São Paulo. Lá o o salário inicial não é menos de 2.000 reais e para um profissional com experiência e um bom portfolio gira em torno de 4.500 e 5.000. O mesmo profissional dificilmente chegará a este salário atuando no mercado mineiro.

Quais são as exigências do mercado para o profissional publicitário?

Tratando-se de um profissional de criação, um bom portfolio é essencial para a colocação no mercado. Como em nosso cenário os profissionais se conhecem bastante, é importante que o estudante esteja sempre atualizado na área, procure fazer um bom networking, busque por um estágio, mesmo que não seja remunerado, em uma das agências de ponta em BH e participe sempre de concursos de criação existentes no pais inteiro. Esses concursos darão uma boa visibilidade para o estudante e sem dúvida será um grande diferencial em seu portfolio.

Como foi sua inserção no mercado e quais foram as dificuldades enfrentadas?

A principal dificuldade que enfrentamos atualmente é a falta de reconhecimento do mercado mineiro com relação à remuneração. Comecei com a comunicação por indicação de uma colega de faculdade na Iveco Fiat em Sete Lagoas. Durante 2 anos desempenhei atividades de comunicação interna, e quando fui premiado por um concurso da faculdade para estagiar em uma agência de Belo Horizonte sem nenhuma remuneração, aceitei. Isso foi o trampolim até que eu pudesse abrir minha própria agência de publicidade. Depois da Galápagos Comunicação, abri mão das atividades para fazer um intercâmbio pela América Latina, e quando regressei fui convidado para trabalhar na assessoria de comunicação do Deputado Weliton Prado. Hoje trabalho como freela em criação e sou consultor em Marketing.

Fale sobre sua trajetória e seus planos para o futuro?

Como o mercado está bastante acirrado e cada vez mais competitivo, pretendo fazer uma pós graduação e me especializar em Marketing. Hoje em dia, quem opta por não atuar em agência de publicidade, existe um longo caminho a trilhar, pois o mercado está saturado de profissionais. Desenvolver novas habilidades e fazer cursos na área é muito importante. Como nosso mercado é muito dinâmico precisamos nos atualizar frequentemente participando de workshops, palestras e mini cursos.

Como é sua rotina de trabalho? Como acha que um publicitário deve se relacionar com colegas e chefias?

Minha rotina de trabalho consiste basicamente em investir em minhas ferramentas de comunicação para que eu possa ter um trabalho consistente ao apresentar aos clientes prospectados. Tenho uma cartela de clientes, entre freelas ocasionais e fees mensais. Dessa forma tenho que buscar sempre informações sobre os diversos setores que atendo e desenvolver a imagem da empresa de acordo com o posicionamento da mesma.

O que caracteriza a linguagem publicitária contemporânea?

Nós estamos na era da informação, e o dinamismo do campo da comunicação exige que todos os profissionais se atualizem constantemente.

Como o mercado publicitário tem explorado as novas tecnologias?

O mercado publicitário anda de mãos dadas com as inovações tecnológicas. Atualmente é impossível que uma empresa adote apenas as ferramentas do passado pois seus concorrentes certamente estarão um passo a frente abusando das inúmeras possibilidades que o mercado proporciona.

Como ter ousadia em um mercado competitivo? Como propor experimentações?

Acredito que a busca por terrenos ainda não explorados deve ser constante. Inovar consiste em enxergar o que faz parte do cenário de todos os profissionais, mas de uma maneira que nunca foi explorado. A ousadia transmite a imagem de uma empresa preocupada em reciclar constantemente, trazendo inovações e aprimoramentos para técnicas ultrapassadas.

domingo, 19 de junho de 2011

Flash Mobs e Desafios na Publicidade

O flash mob é uma ação pontual, efêmera e informal. Tal ação se caracteriza por um grupo de pessoas reunidas em um local público, que são previamente informadas sobre a ação nas redes sociais, como Twitter e Orkut. Segundo McLuhan, quando surgem, novos meios se “apropriam” da linguagem de meios anteriores, até consolidarem suas próprias linguagens. No caso do flash mob, sua constituição ocorre pela “remediação” de meios já existentes, como a dança e a gestualidade, que representam mídias primárias, e, para que a ação ocorra, sua divulgação inicia-se em mídias terciárias. O objetivo principal da ação é atrair e entreter o público, seja aquele que foi contatado, sejam as pessoas que não foram previamente conectadas e são surpreendidas pela transformação do espaço urbano, incitando a vontade de fazer parte do movimento.

Como não possui um meio próprio, a publicidade sempre se “apropria” de um meio e da sua linguagem para se constituir como tal, uma vez que a publicidade faz, atualmente, muito uso do flash mob. Ao mesmo tempo, podemos dizer que, potencialmente, a atividade publicitária é uma grande descobridora de novos meios. Com base neles, a publicidade cria uma linguagem própria, modificando e adaptando as formas representativas já existentes de acordo com o seu interesse.


Vida de Freelancer

Vida de freelancer não é fácil. À primeira vista, até parece atraente saber que não há um chefe pegando no seu pé o tempo todo, como também não ter um horário obrigatório para seguir todos os dias, como quem trabalha de segunda a sexta de 8:00 às 18:00 h, ou quem trabalha aos finais de semana. Como o trabalho a ser desenvolvido depende unicamente da pessoa, o desafio se faz presente quanto à disciplina de horários, pois não cumprir um trabalho no prazo estipulado para um cliente pega mal, além do nome do profissional estar em jogo e também sua reputação.

Uma das coisas mais comuns no atendimento ao cliente é explicar o que foi ou precisa ser feito no projeto. Para isso, achar a medida de cada cliente é o ideal. O segredo é identificar para quem você está trabalhando e qual será sua estratégia para, junto com ele, desenvolver o trabalho da melhor maneira.

O segundo passo para um bom atendimento ao cliente é ficar atento ao preconceito. Aposto que o maior medo de qualquer profissional é ficar com fama de picareta, culpa dos verdadeiros picaretas já existentes na área. A missão do verdadeiro freelancer, para o bem de todos os bons profissionais da área, é quebrar essa ideia pré-formada. Depois de convencido do contrário, o cliente anteriormente desconfiado passará a lhe dar crédito.

O terceiro passo é ouvir (que é tão importante quanto falar!). Um dos piores erros que um desenvolvedor de projetos pode cometer é achar que sabe tudo. Os bons desenvolvedores ouvem antes de pensar. Conhecer as necessidades é o que forma um background para pensar em soluções. Então, vale a dica do bom ouvinte com a prática da humildade!

Quarto passo, não canse de explicar. Não tem jeito, é preciso explicar a mesma coisa um milhão de vezes, muitas vezes para um milhão de pessoas. Isso é um diferencial no mercado, uma verdadeira forma de construir relações duradouras e de sucesso.

Quinto passo, seja sincero. Ninguém é obrigado a saber de tudo. Então, se não sabe algo, diga, mesmo que se disponha a pesquisar a respeito. Mas enrolar seu cliente é ruim e não gera bons frutos.

Sexto passo, seja digno, pois a partir do momento que um compromisso é assumido, deve ser cumprido. Se um cliente “menor” te pede um trabalho, e depois uma agência “maior” te solicita outro trabalho, não vá deixar aquele que iniciou primeiro para começar o trabalho do outro cliente. Vale a lição ética de “cada qual a seu tempo, fazendo de um jeito legal e honesto.”

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Bruno Senna

O fotógrafo da revista Ragga, Bruno Senna, mostra em seu trabalho um estilo muito próprio. Viajante experiente, Bruno trouxe dos diversos países que passou, fotos excepcionais que revelam suas mais variadas paixões que vão desde serenas paisagens a aventuras ousadas.

Bruno realiza diversos projetos, tanto de cunho terceirizado quanto por iniciativa própria, dentre eles o Les Danseurs Volent, onde duas bailarinas do Ballet Jovem do Palácio das Artes saltavam de uma cama elástica inserida na paisagem. Este projeto demonstra uma grande competência em produção que envolve maquiagem, figurino e obviamente um extraordinário trabalho fotográfico.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Manipulação da TV

Na ultima terça feira a sala do 7º período de PP se reuniu na aula da professora Márcia, de Seminários Avançados, para tratar de um assunto que vem gerando muita discussão sobre manipulação na TV.

Reunimos em 2 grupos : um grupo ficou com o sim, para bdefender a idéia que a TV manipula e outro grupo o não, defendendo a tese que a TV não é um meio só de manipulação e cada um tinha que fazer perguntas a cada um dos grupos. O grupo sim falou que a TV manipula as pessoas devido a falta de tempo e ignorância de algumas pessoas. O grupo do não, defendeu que a TV não manipula por uma coisa opcional as pessoas escolhem o que querem ver na TV e decidem se são manipuladas ou não.

No fim ninguém conseguiu chegar a um acordo se a TV manipula ou não, devidos a divergência de opiniões. E para vocês a TV MANIPULA AS PESSOAS ?


Por Paulo Gontijo

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Além da Era do Rádio

O rádio, em termos técnicos, é um sistema de comunicação usando ondas eletromagnéticas que se propagam pelo espaço. Usam-se, portanto, ondas radiofônicas de diferente comprimento para fins distintos.


O rádio é também um meio de comunicação bastante rico, com uma narrativa singular e fabulosa, que tem uma relação privilegiada com o publico, não apenas pela estrutura de comunicação como por se assumir como um meio de comunicação bidirecional, que permite a participação dos receptores na comunicação.


Naturalmente, o rádio pretende inovar-se, apostar na mudança para assim aumentar as suas potencialidades comunicativas e transformar-se num meio essencialmente interativo. Procura também adotar uma programação mais ligeira que se organiza em seqüências horárias ao longo do dia, e atualmente, ao longo da noite também, variando normalmente entre a emissão de noticias ou a emissão de música.


Tudo começou em 1863 quando, em Cambridge - Inglaterra, James Clerck Maxwell demonstrou teoricamente a provável existência das ondas eletromagnéticas. James era professor de física experimental e a partir desta revelação outros pesquisadores se interessaram pelo assunto. O alemão Henrich Rudolph Hertz (1857-1894) foi um deles. A industrialização de equipamentos se deu com a criação da primeira companhia de rádio, fundada em Londres - Inglaterra pelo cientista italiano Guglielmo Marconi.


Em 1896 Marconi já havia demonstrado o funcionamento de seus aparelhos de emissão e recepção de sinais na própria Inglaterra, quando percebeu a importância comercial da telegrafia.
A partir de 1919 começa a chamada "Era do rádio". O microfone surge através da ampliação dos recursos do bocal do telefone, conseguidos em 1920, nos Estados Unidos, por engenheiro da Westinghouse. A primeira transmissão radiofônica oficial no Brasil, foi o discurso do presidente Epitácio Pessoa, no Rio de Janeiro, em plena comemoração do centenário da Independência do Brasil, no dia 7 de setembro de 1922. O discurso aconteceu numa exposição, na Praia Vermelha - Rio de Janeiro e o transmissor foi instalado no alto do Corcovado, pela Westinghouse Electric Co.

Na Rádio Nacional fez muito sucesso o programa "Balança, mas não cai" em 1948. O rádio tornou-se um companheiro para todas as horas pro publico brasileiro que passou a acompanhar diariamente os programas que ofereciam e oferecem musicas e informações além das suas promoções.